17 de Outubro de 2008

 


Porque é obrigatório dizê-lo:

pouca gente tem ouvidos puros. Ou mãos limpas.

Ler bem um poema é poder fazê-lo, refazê-lo:

eis o espelho, o mágico objecto do reconhecimento,

o objecto activo de criação do rosto.

O eco visual se quanto a rostos fosse apenas tê-los fora e ver.

Porque o mostrado e o visto são a totalidade

daquilo que se mostra e vê – o nome: revelação.

(in Luzes de Galiza)

 


 

publicado por carlos lopes às 09:13

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