22 de Maio de 2009

De vez enquanto morrem-nos pessoas, e nós sentimos. Porque é a sentir que nos tornamos humanos (aqui será, talvez, de ir buscar as palavras de Unamuno no início de DO SENTIMENTO TRÁGICO DA VIDA, "Homo sum: nihil humani a me alienum puto, disse o código latino. Mas eu diria, antes, nullum hominem a me alienum puto; sou homem, nenhum outro homem eu considero estranho."). No entanto agora e aqui não vou falar sobre um estranho mas sim por alguém que embora não conhecesse pessoalmente não era, de todo, um estranho. Porque me influênciou. Porque me ensinou. Ensinou-me a olhar e a perceber e interrogar o que olho. Por outras palavras ensinou-me a ver. 

Estou a falar, como deve perceber quem me segue há uns anos, de João Bénard da Costa. Não me morreu uma pessoa; morreu-me um mestre.

Vou ver um filme...até sempre mestre.

publicado por carlos lopes às 20:51

Prefiro acreditar que as pessoas que nos partem, apenas passaram para uma dimensão superior e lá aguardam-nos pacientemente.

Abraço sentido.
23 de Maio de 2009 às 03:47

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