13 de Novembro de 2006
Há situações verdadeiramente kafkianas. No jornal Público de sexta-feira passada vem o caso passado com um jornalista nórdico a trabalhar em Portugal. De passagem por Hong-Kong e Macau foi-lhe roubado, ou o perdeu, o telemóvel . Avisou de imediato a operadora, a TMN, para que toma-se as devidas providências. No entanto e chegado ao fim do mês aparece-lhe a conta da operadora para pagar um valor alto de chamadas que ele não tinha feito. É aqui que acontece a tal situação kafkiana: a operadora exige-lhe o pagamento da verba porque o telemóvel é dele mas recusa-se a entregar-lhe uma factura detalhada com os números para que foram feitas as chamadas porque como o telemóvel tinha sido roubado as chamadas não tinham sido feitas por ele e isso enquadrava-se na lei da protecção de dados.
Cada vez mais isto é um mundo de doidos.
publicado por carlos lopes às 10:54

Anónimo:
...para que tomasse as devidas providências
14 de Novembro de 2006 às 22:37

"Errare humanum est". Mesmo com a verificação de ortografia na zona de postar isto acontece por vezes.
15 de Novembro de 2006 às 11:56

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