08 de Fevereiro de 2007

(durante uma pequena meia-hora de pausa)


Inocências em tons cardíacos e aquáticos

 

Estavas os teus pecados

A lavar no ribeirão

Límpida vinha a água de cima

Para baixo cor de carvão

 

Foste chorar teus desgostos

Nas pedras do ribeirinho

As pedras tiveram pena

E te trataram com carinho

 

No rio estavas olhando

Vendo a água passar

Teu coração era leve

Como passarinho a voar

 

O mar tem muito sal

Que faz mal ao coração

Será esse o meu mal

Por te dar tanta atenção

 

Desaguou o ribeiro no rio

Como eu desejo a tua boca

Fiquei a suspirar por mar

Como um navio na doca

 

publicado por carlos lopes às 15:03

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