Gostei deste post. Convido-o/a a fazer uma visita ao meu blog
2 de Abril de 2008 às 09:52

F.Tavares:
Na verdade, o casal de acolhimento bem podia deixar de ser egoista e não proibir Esmeralda de ir ter o pai. Como tem feito desde o início.

Há que defenda que o CA ama desinteressadamente, mas está visto que não. Pretender ser exclusivo como foi, desviando a criança do seu pai, só significa que queria ser o único interlocutor da criança, para a controlar e manipular, como têm estado a fazer.

Aidida não combinou ter a criança com Baltazar, daí o espanto dele quando ela anunciou gravidez. Com 37 anos tinha idade para ser dona da sua barriga. Agiu por calculismo.

Baltazar, quando teve a certeza que era o pai, não cessou de a procurar. Em vão. O casal queria-a só para eles. Egoistas. Fugiram à justiça para serem os únicos interlocutores de Esmeralda.

Os psiquiatras, em vez de intimarem o casal a deixarem de incutir ódio pelo pai biológico, lançam relatórios alarmistas. Em vez de dizerem a Esmeralda que o pai a ama e a tem procurado sempre, ignoram. Incompetência? Não estão a agir bem.

O casal tem que ir para a prisão para se fazer justiça?

QUE SEJA! Nada mais lógico!
13 de Abril de 2008 às 01:11

Uma defesa assim tão veemente da parte em questão será, por ventura, merecedora de uma resposta? - perguntei-me.
Talvez, mas, sem dúvida, de uma atenção psiquiatrica.
Ponto final!
14 de Abril de 2008 às 09:26